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Destaques

Campo de Letras junta-se a jornais regionais para maior acesso ao livro e à leitura

A partir do início do mês de Setembro, nove jornais e semanários regionais começaram a desenvolver, em colaboração com a editora Campo das Letras, uma importante iniciativa de divulgação do livro e da leitura.

Sabendo como em muitas zonas do interior do País é infelizmente ainda difícil o acesso ao livro, a Campo das Letras e, nesta primeira fase, os jornais e semanários Terras da Beira (Guarda), O Comércio da Póvoa de Varzim, Diário de Coimbra, Notícias da Amadora, Diário do Alentejo (Beja), Jornal Fonte Nova (Portalegre), Diário do Sul (Évora), O Setubalense e A Voz do Nordeste (Bragança), decidiram lançar uma campanha que permitirá a cada um dos leitores destes órgãos de informação ter um acesso privilegiado a uma biblioteca de cem obras dos mais diferentes géneros.Visa-se com esta iniciativa secundar os diversos esforços que têm estado a ser desenvolvidos (através, por exemplo, do Plano Nacional de Leitura), para aumentar entre nós o gosto pelo livro e pela sua utilização informada.

Visa-se com esta iniciativa secundar os diversos esforços que têm estado a ser desenvolvidos (através, por exemplo, do Plano Nacional de Leitura), para aumentar entre nós o gosto pelo livro e pela sua utilização informada.

Da literatura propriamente dita à actualidade, das ciências humanas às obras juvenis e infantis, numa lista que inclui importantes autores portugueses e estrangeiros, esta biblioteca permitirá, sem nenhuma obrigação de continuidade nas compras e em condições de acesso verdadeiramente excepcionais, que muitos novos leitores passem a ter ao seu dispor uma outra janela para o mundo.

http://www.campo-letras.pt/index1.html

2,4 milhões de portugueses ouvem rádio no carro

De acordo com os resultados do estudo Bareme Rádio, 2,4 milhões de portugueses ouvem rádio no carro.

O Bareme Rádio 2005 contabiliza, no Continente, 2 441 mil residentes com 15 e mais anos que costumam ouvir rádio no carro (referência: ouviram na véspera), um número que representa 29.4% do universo em análise. A casa é o segundo local mais referido, por 28.4% destes indivíduos, seguida do local de trabalho, que regista 10.2%. Há ainda 1.2% de indivíduos que dizem ouvir rádio noutros locais.

Na maioria das estações em análise no Bareme Rádio, regista-se um valor superior de audiência acumulada de véspera no carro como local de audição. É o caso da RFM, Rádio Comercial, TSF/Press, Antena 3, RCP - Rádio Clube Português, Mega FM e Best Rock FM. Todas estas estações registam audiência acumulada de véspera superior quando analisado o carro como local de audição. Já a Rádio Renascença, Antena 1, Cidade FM, Antena 2 e o conjunto de Outras estações apresentam mais audiência acumulada de véspera quando analisada a casa como local de audição.

A análise tem como base os resultados anuais de 2005 do estudo Bareme Rádio, que analisa o comportamento dos residentes no Continente, com 15 e mais anos, relativamente ao meio rádio.

http://www.marktest.pt/produtos_servicos/Bareme_Radio/default.asp?c=1014&n=1605

Amazon lança novo serviço de descarga de filmes e séries de TV online

A Amazon lançou um serviço de descarga de filmes e séries de TV online. Chama-se Amazon Unbox e conta com o apoio de mais de 30 estúdios de Hollywood e estações de televisão, disponibilizando uma oferta de milhares de conteúdos cinematográficos e televisivos.

O novo serviço é semelhante aos já existentes na Internet, já que por cada descarga os utilizadores terão de pagar uma taxa que, no caso das séries de TV, será de 1,99 dólares por episódio. Por cada filme o preço varia entre os 7,99 e os 14,99 dólares. O Amazon Unbox permite ainda o aluguer de filmes, por 3,99 dólares.

A oferta da Amazon conta com programas da CBS, MTV, Nickelodeon, PBS, BBC, A&E, Discovery Channel, Comedy Central, History Channel e Fox, entre outros. No total, são sete os grandes estúdios de produção cinematográfica norte-americanos que colaboram com a Amazon neste novo serviço, nomeadamente a Paramount, a 20th Century Fox, a Sony Pictures, a Universal Studios, a Warner Bros., a Lionsgate Entertainment e a Metro-Goldwyn-Mayer.

A Amazon avisa os utilizadores que o seu serviço está disponível e é compatível com qualquer computador que tenha Windows XP. O anúncio da Amazon surgiu poucos dias após o lançamento do serviço de downloads de filmes no iTunes da Apple.

http://tek.sapo.pt/4M0/693263.html

Mais de 2 milhões de utilizadores de mensagens multimédia

São mais de 2 milhões os portugueses que utilizam serviços de mensagens de multimédia (MMS). Os números são do Barómetro de Telecomunicações, da Marktest e indicam que, em menos de dois anos, duplicaram os utilizadores deste serviço.

Os dados da Marktest mostram também que entre os 7,3 milhões de residentes em Portugal, com mais de 10 anos e que possuem telemóvel, cerca de 30% costumam usar o serviço de mensagem multimédia. Um serviço jovem já que metade dos seus utilizadores têm menos de 25 anos.

O Barómetro Marktest indica ainda que o serviço de mensagens escritas consegue taxas de adesão de mais de 50% entre os jovens dos 10 aos 14 anos e de 55,7% entre jovens dos 15 aos 24 anos.

Estudos anteriores realizados pela Marktest tinham já deixado claro que os portugueses enviam, diariamente, uma média de cinco mensagens escritas.

http://www.apan.pt/anexo/apanoticias/apanoticias_set_06.pdf

Google lança portal de literacia

O motor de pesquisa Google acaba de lançar um portal para conectar organizações de literacia por todo o mundo. Trata-se de um Projecto de literacia que permite aos professores, organizações e todos aqueles interessados em literacia utilizarem a Internet para pesquisar e partilhar informação sobre literacia.

Os utilizadores podem procurar informações em livros digitalizados e artigos académicos, a partilhar essa informação através de blogs, vídeos e grupos. A ferramenta permite ainda aos interessados encontrar organizações de literacia em todo o mundo utilizando um mapa próprio para ser pesquisado e para se fazer zoom.

Este projecto tem sido desenvolvido com a colaboração da Frankfurt Book Fair literacy campaign (Litcam) e do Institute for Lifelong Learning da UNESCO. O objectivo é organizar a informação mundial e torná-la acessível a todos.

“Um problema global merece uma solução global”, afirma Karin Plötz, da Litcam, acrescentando que a cooperação e a partilha das boas práticas é a chave para o combate à literacia.

O Google Book Search já pode ser utilizado por qualquer pessoa, sendo que a pesquisa é feita através de um arquivo de livros digitalizados para encobrir a literatura que contém as suas palavras das frases escolhidas.

Editores como a Pengiun e a HarperCollins, e bibliotecas, incluindo a da Universidade de Oxford, autorizaram o Google para digitalizar os seus livros. Se o livro estiver em copyright, os utilizadores só têm acesso a uma informação limitada, mas se não estiver em copyright, ele pode ser descarregado.

As críticas não se fizeram esperar. Há quem acredite que o Google está a violar as leis de copyright ao digitalizar trabalhos sem a permissão dos detentores de copyright. Na verdade, a Authors Guild of America, a Association of American Publishers e a editora La Martiniere estão a processar a empresa.

http://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/5403456.stm

Excessivo número de anúncios na TV

De acordo com o “Financial Times” foram 70, o número médio de anúncios publicitários que diariamente foram vistos pelos espectadores de todo o mundo em 2005. Este número provocou um aviso da Initiative Media de que os consumidores dão cada vez menor atenção à publicidade que passa nos blocos publicitários.

O estudo da Initiative Media fornece provas para os que argumentam que os consumidores se recordam cada vez menos dos anúncios vistos, o que conduz à utilização das novas tecnologias para limitar a sua exposição ao marketing.

Qualquer destas tendências pode minar o retorno do investimento em publicidade televisiva, que contribui com mais de 40% do total do investimento publicitário. “A abundância da publicidade está a tornar-se prejudicial em todo o mundo e os consumidores têm o poder de estabelecer a sua própria agenda” refere Louisa Marsh, Senior Research Executive desta organização.

Apesar da “fuga aos anúncios” não ser novidade, é reconhecida a ameaça de virem a aumentar as vendas de hardware digital que torne mais fácil aos espectadores editarem os anúncios que querem ver.

De acordo com este estudo que abrangeu 50 países, os mercados televisivos com maior ruído publicitário são os Estados Unidos, Indonésia, Espanha e Canadá. Os países de mais rápido crescimento do número médio de anúncios visto pelos espectadores são a Africa do Sul e toda a Europa Central e Oriental. Os investigadores identificaram também que em quatro dos 10 países com maior ruído publicitário, os responsáveis dos media e os reguladores actuaram no sentido de limitar o número de anúncios.

Se nalgumas culturas o ruído publicitário ainda não é um problema, noutras é claramente reconhecido que quanto maior o ruído em televisão menor a eficácia do meio. O nível de exposição a que estamos sujeitos em cada um dos media está a aumentar dramaticamente. É por isso que “as agências e marketers precisam de encontrar novas e atraentes formas para atingir o consumidor” referiu a propósito Dominic Proctor, CEO da Mindshare Worldwide.

http://www.apan.pt/anexo/apanoticias/apanoticias_set_06.pdf

FCC destrói relatório sobre notícias locais

Um estudo da Federal Communications Commission (FCC), levado a cabo em 2004 e que mostrava que as estações de televisão de posse locais fornecem mais notícias locais do que as outras, foi destruído sob as ordens de oficiais da FCC.

Há cerca de três anos, o então presidente da FCC, Michael Powell, lançou uma investigação sobre os efeitos da posse local nas notícias televisivas, como parte do seu esforço para desregular mais os media e permitir uma melhor consolidação. Mas este relatório acabou por contradizer os argumentos de Powell de que a consolidação não tem maus efeitos nas notícias locais e, de acordo com um antigo advogado da FCC, Adam Candeub, a administração ordenou a destruição “até ao último pedaço” do estudo.

Segundo o relatório, as estações com donos locais, efectivamente, fornecem quase seis minutos mais do total das notícias e quase cinco minutos e meio mais de notícias locais num telejornal de 30 minutos do que as estações sem donos locais. Isto adiciona mais 33 horas de notícias locais por ano, uma figura desfavorável para os grandes media aliados na FCC, dos quais se espera que protejam o interesse público e que promovam o localismo.

Segundo o relatório, as estações com donos locais, efectivamente, fornecem quase seis minutos mais do total das notícias e quase cinco minutos e meio mais de notícias locais num telejornal de 30 minutos do que as estações sem donos locais. Isto adiciona mais 33 horas de notícias locais por ano, uma figura desfavorável para os grandes media aliados na FCC, dos quais se espera que protejam o interesse público e que promovam o localismo.

Kevin Martin, o actual presidente da FCC, disse que não sabia desse relatório e prometeu manter uma “mente aberta” na consolidação dos media, à medida que a FCC embarca mais uma vez numa revisão das regras de posse dos seus media. Powell, naturalmente, negou qualquer conhecimento acerca do relatório ou responsabilidade pela sua destruição.

http://www.fair.org/index.php?page=2960


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